"Quem nasceu pra Figurante,Nunca vai roubar a cena..."

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Figurante-Eu Tenho um Curriculo

      Há alguns anos atrás tive a oportunidade de "me aventurar" na área de modelos de fuguração, não era, não foi e nunca teria sido um atrativo para mim, mas não foi por escolha, foi casualidade e confesso que tenho saudades desse tempo, da convivência com belas modelos que até evoluiram para a carreira de atrizes e outros que acabaram ficando amigos devido ao tempo de espera onde conversávamos longamente enquanto os cenários eram preparados.
   Hoje ao ver uma noticia sobre o tema me dei conta que eu tenho um curriculo de figurante e é isso que mostro abaixo:
   Foram quase 50 comerciais, oficinas de atuação, laboratórios de atuação, um especial de Tv e dois longas metragens, mas infelizmente como não era da área a carreira não evoluiu.O período foi de 2005 à 2013, qundo participei de um último comercial, desde então esperei muito por mais convites que não vieram e simplesmente desisti.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Garotos Propaganda e os Comerciais-Os Tops do Brasil

      Chegou aquele momento em que ao invés de falar dos figurantes vou falar das estrelas  de comerciais, quem são os destaques na história da propaganda no Brasil.
   Por exemplo, quem não se lembra  de Carlos Moreno, o Garoto da Bombril, que passou quase que uma vida na TV fazendo comerciais e ficou 35 anos no ar.
   Outro que ficou muito tempo no ar, foi o até então ator desconhecido, José Vallen, o Baixinho da Kaiser, que ficou famoso nos Anos 80.

   Patricia Lucchesi, e o primeiro sutiã, da Valisere em 1987, a menina mulher que chegou a escandalizar quando surgiu.
   As crianças vestidas de bichinhos, foi em 1996 e causou muita emoção.
O Tio da Sukita ficou famoso, o Ator Carillo Pastore, contracenava com a bela Michelly Machri, que depois disso posou para a Playboy e teve seus minutos de fama.
   Zeca Pagodinho, foi outro que impulsionou as vendas, fazendo seu próprio papel e marcou época.


   No próximo post os seis garotos propagandas que mais vendem no Brasil e que todo publicitário quer.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Vida de Figurantes que deram certo

Eles entram mudos e saem calados, mas sem sua presença não existiriam novelas, séries, filmes, comerciais nem mesmo programas de auditório. Já imaginou "Os Dez Mandamentos" sem a legião de figurantes atravessando o Mar Vermelho sob às ordens de Moisés? Ou o navio de "Terra Nostra", vazio, tendo como passageiros somente Ana Paula Arósio e Thiago Lacerda? Contracenando com grandes astros e estrelas da dramaturgia, eles são peça fundamental nas produções televisivas e cinematográficas.
A vida desses operários do mundo artístico, no entanto, não chega a ser glamourosa como a das divas que encabeçam os créditos. Sílvia Gomes e Sílvio Santana trabalham como figurantes na novela "Pequena Travessa", produção do SBT em parceria com a Televisa mexicana. A maratona de gravações começa cedo. Um ônibus sai da estação Barra Funda do metrô rumo a Osasco – onde ficam os estúdios – às 6h da manhã. O trabalho tem hora para começar, mas os figurantes nunca sabem ao certo quanto tempo vai demorar cada cena. "Já cheguei a voltar para casa às 23h", lembra Sílvia. "O pior de tudo é esperar a preparação do set. A gente gasta mais tempo na expectativa que em ação. Gravamos um dia inteiro para aparecer, no máximo, cinco minutos", reclama o baiano Santana.
O figurante, que mora em São Paulo há 10 anos, teve o talento descoberto quando trabalhava em uma padaria, há quatro anos. A partir daí, ele não parou mais. "Fiz figuração no quadro do Pitibicha, na novela ‘As Filhas da Mãe’ e em programas de auditório." Isso mesmo, a produção do Jô Soares, por exemplo, escolhe rostinhos bonitos para ficarem na primeira fila da platéia. O cachê é o mesmo de um dia de gravação de novela, por volta de R$ 50 diários. Sílvia começou como modelo e trabalhou fazendo pegadinhas com o Sérgio Mallandro, na Gazeta. "Faço mais pelo amor à arte", conta a moça, que quer ser atriz, com direito a fala. "Hoje não podemos abrir a boca porque não temos registro profissional de ator, só de figurante", explica.
Para ganhar o famoso DRT – a sigla da Delegacia do Trabalho, que acabou virando sinônimo de carteira de ator – é preciso fazer um curso profissionalizante ou passar por um teste no sindicato da capital. Mas tudo isso custa caro. "Tenho de escolher. Ou eu faço o curso ou eu pago meu aluguel", lamenta Santana, que também desfila e até pensa em posar nu para engrossar o orçamento. Sílvia já até pensou em fazer outra coisa na vida. O problema é que a vocação artística nunca a deixa em paz. "Apesar de eu já ter meus dedos esmagados em uma cena com o Mallandro, é a única atividade que consigo exercer", confessa. Ela, mesmo sem um papel de destaque, já ganhou até um fã-clube no interior de Minas Gerais.
Seu colega Santana também já viveu seus bem mais que cinco minutos de fama. "Quando volto a Araci, minha cidade na Bahia, o pessoal me pede autógrafo e até já fui convidado para me candidatar a vereador por lá", garante. "Aqui em São Paulo já me pararam na rua e até me reconheceram no metrô da Liberdade." 
Meca das novelas e da figuração - O gaúcho Nilo Cunha da Silveira, de 62 anos, mora na Meca das telenovelas, o Rio de Janeiro, há 40 e começou a trabalhar como figurante por acaso. Foi levar um de seus filhos, Bruno – hoje com 15 anos – para fazer um teste para o filme "Tainá, Uma Aventura na Amazônia" quatro anos atrás. O menino não passou, mas o produtor da agência acabou tirando uma fotografia de Nilo. Dias depois, ele foi convidado a fazer figuração na novela "Torre de Babel". "Quando me aposentei, fiquei estressado de não fazer nada. Acabei topando e fiquei empolgado de ver todos aqueles artistas", lembra.
"Não sei como seria minha vida sem fazer isso", confessa. O que ele ganha com os trabalhos de figurante – em média R$ 700 por mês, gravando 3 vezes por semana – complementam a aposentadoria de comerciário. A rotina, no entanto, não é nada fácil. Quando a gravação acontece pela manhã, Nilo, que mora no bairro de Copacabana, tem de acordar às 5h e pegar dois ônibus para chegar aos estúdios da Globo.
Atualmente, Nilo faz parte do cast de 10 agências e já trabalhou em "O Clone" (na qual ele fez um padre), "Casseta & Planeta", "Os Maias", entre outras. E isso sem contar alguns filmes, como "O Xangô de Baker Street", e comerciais.
A empolgação com o trabalho foi tão grande que Nilo resolveu se profissionalizar. Ele conta que há um ano e dois meses tem o registro de modelo, manequim e figurante em sua carteira de trabalho. Embora não tenha a pretensão de se tornar ator, Nilo já sentiu o gostinho da fama. Em uma gravação para a novela "Uga Uga", ele deu autógrafos para as crianças que assistiram à cena. "No papel, rabisquei: um abraço do padre de ‘Uga Uga", lembra.
Rodrigo Guimarães nasceu em Minas Gerais e também resolveu tentar a vida na Cidade Maravilhosa, mas antes disso passou por São Paulo. A idéia de deixar sua terra natal surgiu depois de assistir ao Jô Soares. "Foi um programa no qual o Oswaldo Montenegro falava sobre um curso de teatro. Liguei, consegui fazer um teste e passei", lembra. Na capital, onde também fez comerciais, Rodrigo morou no porão de uma pensão. "O quarto era do tamanho de um banheiro", lembra, decepcionado com o mercado de artes. Depois de três anos em São Paulo, Rodrigo resolveu tentar a sorte no Rio. "Comecei a trabalhar com figuração no início de 2001 por não ter conseguido uma opção como ator." Ele já participou de "A Grande Família" e "O Clone". Rodrigo, que faz mais de 20 gravações por mês, também já foi fiscal de figuração. "Um fiscal ganha uma diária para coordenar os figurantes", explica. Com esse trabalho, conseguiu contatos com os assistentes de direção de algumas novelas. "Eles podem precisar de elenco de apoio. E aí, quem sabe..."

-Matéria publicada na Revista Quem-

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A Musa da Cerveja que encantou o País

   I primeira imagem que tive naquela gravação foi essa, a moça andava pelo corredor com um biquini pequeno que emoldurava aquela bela bunda. Logo pensei que seria um belo dia no set de filmagem, principalmente se tivesse mais mulheres assim.
   No final das contas era só ela  e o melhor, só eu. Ou seja, passaria ao lado dessa bela bunda.
   A gravação era a seguinte, eu teria que seguir essa moça(que sacrificio), quase que hipnotizado por ela ou pela bunda que ela tinha e assim foram feitas as tomadas e eu ali só seguindo. Nos intervalos acabamos conversando e foi inevitavel elogiar aquele monumento. Em certo momento eu teria que chegar junto dela e oferecer um copo de cerveja e com isso conquistaria a moça e as cenas seguintes seriam eu "cortejando" a moça, servindo cerveja, abanando para que ela não sentisse calor, levando ela no colo até a piscina e no final faria até uma massagem nela.
   Nessa cena final, quando falei que era massagista a moça se empolgou e pediu que aproveitassemos o intervalo para que eu fizesse uma massagem e assim fiz, alisando aquele belo corpo. Na hora da gravação o diretor que era um velho conhecido me pediu que eu concentrasse a massagem naquela bunda que era realmente deliciosa e assim foi meu dia de gravação.
   A moça se tornou a musa da cerveja, ficou famosa, virou atriz global e certo dia ao lançar um filme aqui em minha cidade encontrei com ela e recordamos nosso primeiro comercial juntos, aproveitei e fiz várias "selfies" afinal de contas estava ao lado de uma famosa atriz que era simbolo sexual do País.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

O Comercial com Giselle Bundchen...que faltou


    De todos os comerciais, ao todo foram mais de 50 o que faltou foi aquele com a Top Internacional gaucha.
   E olha que por vezes isso chegou bem próximo, figuração em comercial da C&A, ou da Sky, foram feitos até testes, mas infelizmente não aconteceram.
   Certamente teria que ser "blindada" a nossa "Gi", pois com o carisma e a simpatia que sempre mostrou seria praticamente impossivel uma aproximação, mas curiosamente a vida as vezes dá voltas que a gente nem sonha, certo dia estava caminhando por meu bairro e me chamou a atenção uma moça que caminhava na minha frente, não pelas curvas pois todos sabem que modelos dificilmente são "curvilineas", geralmente são muito magras, e essa moça em minha frente era exatamente assim, me aproximei e percebi um grande óculos escuros, mas reconheci a nossa Top, sim , era a Giselle, estava indo para sua casa depois de uma caminhada pelo bairro, não resisti e puxei conversa, me identifiquei, infelizmente na época não era comum o uso de celulares para selfies e ficou só na conversa mesmo, descobri onde "Gi" mora e desde então nos finais de semana durante minhas caminhadas dou uma passada em seu prédio, mas parece que ela vem muito pouco para cá, cheguei a conhecer uma de suas irmãs e até sua mãe e com elas pude fazer longas caminhadas, são gente simples, familia típica de nosso interior. Torço para um dia rever "Gi", afinal de contas nunca pude gravar com ela e agora ando com meu celular sempre pronto para uma "selfie".

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Um Dia de Garçom

    Esse foi um momento top na minha curta carreira de figurante, um comercial de cerveja gravado no Estádio Beira-Rio com centenas de pessoas.
   Os grupos eram divididos de acordo com a importância do comercial e lá estava eu no fundo da fila quando fui chamado para a frente, pois eu era do grupo principal, o grupo dos garçons.
   Até hoje não sei como fui parar ali, afinal de contas como já mencionei em outros posts nunca fui ator, embora tenha feito alguns cursos rápidos.
   O primeiro grupo era o de torcedores, ficariam nas arquibancadas, o segundo era o de dançarinas e em comercial de cerveja só tem mulher gostosa, o terceiro era dos figurantes que formariam uma garrafa de cerveja sendo aberta e eu estava no grupo principal , o que seria da tampa da garrafa que seria aberta e esse grupo era formado por garçons, foi o maior cachê, o melhor tratamento, a maior mordomia...

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Um Figurante que tentou ser Cineasta



   Minha adoração por cinema começou cedo e até por isso acabei fazendo alguns cursos relacionados à sétima arte, entre eles o de Operador de Som, Direção, Roteiro, Critica, Montagem, além de palestras, e Workshops.
   Até por isso o "Figurante", ficava fascinado pelo set de filmagem que mostrava um pouco desse universo que sempre admirei.
   Cada tomada, cada filmagem, fazia com que eu vivesse um pouco desse mundo e obviamente além desse lado técnico, as beldades eram quem me faziam me sentir parte daquilo tudo.
   Até cheguei a escrever alguns roteiros e participei de alguns filmes com colegas porque fazia parte da conclusão do curso.
   Hoje, lembrando aquelas manhãs e tardes sinto saudades dos cursos que hoje em dia nem se eu quisesse encontraria, principalmente porque todos eles eu fiz de maneira gratuita.